Houve recentemente um filme que atraiu as críticas dos evangélicos aqui nos Estados Unidos: "The Golden Compass", baseado no livro publicado originalmente com o título "Northern Lights" (Aurora Boreal), por Phillip Pullman. Northern Lights é o primeiro livro de uma trilogia chamada "His Dark Materials" - título tirado da poesia épica de John Milton. Por ser também de Oxford mas ateu, e pela temática de seus livros, Pullman é às vezes apresentado como um anti-C.S. Lewis. Leitor inveterado que sou, resolvi ler os tais livros. Devorei os dois primeiros, e estou dando uma pausa antes de atacar o terceiro.
Estou gostando muito. A qualidade da escrita é muito boa, e a imaginação de Pullman é impecável, sem nunca se perder nas banalidades fácis que infestam muito do gênero de literatura fantástica. Achei muito melhor que Harry Potter. Como disse uma pastora minha amiga, esses livros restauram a vitalidade da imaginação religiosa.
(porque todo mundo tem um)
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Fahrenheit 451
Ray Bradbury é um de meus autores estadunidenses favoritos, mas eu ainda não tinha lido Fahrenheit 451, o livro que descreve um futuro distópico onde os bombeiros ("firemen") ao invés de apagarem fogos, têm a responsabilidade de usar o fogo como instrumento de purificação, destruindo objetos proibidos - especialmente livros, que nesse futuro imaginado, etão proibidos, porque têm o potencial de causar descontentamento no povo. No futuro de Fahrenheit 451, os telões de televisão dominam supremos.
A realidade do livro tem alguns paralelos estranhos com a realidade atual dos EUA - o país está involvido em uma constante guerra, e os habitantes estranham o fato que o resto do mundo os detesta.
Interessante surpresa, o livro termina numa nota de esperança, citando Apocalipse 22:2 ("as folhas da Árvore são para a cura dos povos") .
Estou lendo agora "Simulacra", de outro autor favorito de ficção científica estadunidense, Philip K. Dick. Eu creio que li este livro muitos anos atrás, em português, e não entendi nada. Agora, com mais algums anos de bagagem, estou gostando muito.
A realidade do livro tem alguns paralelos estranhos com a realidade atual dos EUA - o país está involvido em uma constante guerra, e os habitantes estranham o fato que o resto do mundo os detesta.
Interessante surpresa, o livro termina numa nota de esperança, citando Apocalipse 22:2 ("as folhas da Árvore são para a cura dos povos") .
Estou lendo agora "Simulacra", de outro autor favorito de ficção científica estadunidense, Philip K. Dick. Eu creio que li este livro muitos anos atrás, em português, e não entendi nada. Agora, com mais algums anos de bagagem, estou gostando muito.
Ó eu aqui de novo
Estou pensando em ressuscitar este blogue. Quem sabe ele servirá como ponto de contato com meus amigos de minha vida anterior, no Brasil?
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- Husband of Henrieta. Driver of the White Subaru. Father of Ana, Laura, Isabella and Julinha.