(porque todo mundo tem um)

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Fahrenheit 451

Ray Bradbury é um de meus autores estadunidenses favoritos, mas eu ainda não tinha lido Fahrenheit 451, o livro que descreve um futuro distópico onde os bombeiros ("firemen") ao invés de apagarem fogos, têm a responsabilidade de usar o fogo como instrumento de purificação, destruindo objetos proibidos - especialmente livros, que nesse futuro imaginado, etão proibidos, porque têm o potencial de causar descontentamento no povo. No futuro de Fahrenheit 451, os telões de televisão dominam supremos.

A realidade do livro tem alguns paralelos estranhos com a realidade atual dos EUA - o país está involvido em uma constante guerra, e os habitantes estranham o fato que o resto do mundo os detesta.

Interessante surpresa, o livro termina numa nota de esperança, citando Apocalipse 22:2 ("as folhas da Árvore são para a cura dos povos") .

Estou lendo agora "Simulacra", de outro autor favorito de ficção científica estadunidense, Philip K. Dick. Eu creio que li este livro muitos anos atrás, em português, e não entendi nada. Agora, com mais algums anos de bagagem, estou gostando muito.

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