Ray Bradbury é um de meus autores estadunidenses favoritos, mas eu ainda não tinha lido Fahrenheit 451, o livro que descreve um futuro distópico onde os bombeiros ("firemen") ao invés de apagarem fogos, têm a responsabilidade de usar o fogo como instrumento de purificação, destruindo objetos proibidos - especialmente livros, que nesse futuro imaginado, etão proibidos, porque têm o potencial de causar descontentamento no povo. No futuro de Fahrenheit 451, os telões de televisão dominam supremos.
A realidade do livro tem alguns paralelos estranhos com a realidade atual dos EUA - o país está involvido em uma constante guerra, e os habitantes estranham o fato que o resto do mundo os detesta.
Interessante surpresa, o livro termina numa nota de esperança, citando Apocalipse 22:2 ("as folhas da Árvore são para a cura dos povos") .
Estou lendo agora "Simulacra", de outro autor favorito de ficção científica estadunidense, Philip K. Dick. Eu creio que li este livro muitos anos atrás, em português, e não entendi nada. Agora, com mais algums anos de bagagem, estou gostando muito.
(porque todo mundo tem um)
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- Husband of Henrieta. Driver of the White Subaru. Father of Ana, Laura, Isabella and Julinha.
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